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De A a Z

  • A/D
    Conversão de analógico para digital.
  • ABERT
    Abreviatura de Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão.
  • ABNT
    Abreviatura de Associação Brasileira de Normas Técnicas. Orgão brasileiro responsável por padrões em produtos.
  • AC
    Abreviatura de Alternate Current (Corrente Alternada), corrente elétrica fornecida através de geradores, sejam eles de usinas hidroelétricas, termoelétricas ou mesmo movidos a combustível.
  • AC-3
    Nome antigo do sistema atualmente chamado Dolby Digital. Sistema de codificação para home theater, com decodificação em seis canais: dois frontais, um central, dois traseiros e um para subwoofer, cobrindo toda a banda sonora.
  • AGC
    Abreviatura de Automatic Gain Control, ou controle automático de ganho.
  • ALINHAMENTO
    Ajuste ou calibragem de um equipamento para otimizar sua performance.
  • ALTA DEFINIÇÃO
    Ver em HDTV.
  • AMPLIFICADOR AMPLIFICADOR DE SINAL
    Nome genérico para aparelho que aumenta um sinal de baixo nível. Exemplo: amplificador de sinal de antena, no caso sinal de rádio-freqüência (RF).
  • ANALÓGICO
    Sistema oposto ao digital. Utiliza pontos de semelhança entre coisas diferentes. Ex: poderíamos descrever um fenômeno elétrico e outro mecânico de maneira idêntica, através da matemática.
  • ANAMÓRFICO
    Em vídeo, é um processo de gravação de imagens em que cada "quadro" é comprimido num disco. Durante a reprodução, a imagem é expandida para restaurar sua forma original. A expansão anamórfica é melhor se o TV é do tipo widescreen.
  • ANATEL
    Agência Nacional de Telecomunicações. Órgão regulador do setor no Brasil.
  • ANTENA PARABÓLICA
    Antena receptora de sinais transmitidos através de satélite. Recebe o nome de parabólica devido sua forma côncava.
  • APERTURE
    Capacidade utilizada para ampliar a definição de uma imagem.
  • ATENUAÇÃO
    Diminuição, expressa em dB, da potência de um sinal.
  • ATENUADOR
    Dispositivo que causa atenuação do sinal.
  • ATV
    Advanced Television - Sigla que designa a TV broadcast digital.
  • ÁUDIO
    É a parte do sinal que carrega as informações de som.
  • AUDIO DUB
    Audio Dubbing, regravação do áudio sem mexer na imagem gravada. É também o nome de uma tecla. Injeta-se o novo som nos conectores mic (com microfone) ou audio in (com cabo de áudio).
  • AUTO BACK SPACE
    Recurso que faz o mecanismo do aparelho de vídeo voltar 3 segundos e depois reencontrar os sinais de controle que farão uma edição eletrônica. Foi o primeiro recurso que permitiu a edição caseira sem disparos. Hoje o recurso de edit é encontrado em todas as camcorders e videocassetes.
  • BACK LIGHT
    Ver em Contra Luz.
  • BACK UP
    Cópia de segurança.
  • BALANCEAMENTO
    Ver em White Balance.
  • BARRAS DE COR
    Ver em Color Bars.
  • BEAM
    Raio ou feixe de elétrons que faz a leitura da imagem no tubo da câmera; ou que descreve a imagem na tela do televisor.
  • BEEPER
    Sinal de áudio que auxilia no monitoramento do ganho a ser utilizado, e também aponta o início de uma gravação.
  • BETACAM
    Sistema de gravação desenvolvido pela Sony que utiliza fita de meia polegada com qualidade profissional. A identificação SP significa "Superior Performance", ou seja, uma versão com maior quantidade de partículas magnéticas na fita.
  • BETAMAX
    Formato de meia polegada similar ao Betacam, só que para uso doméstico.
  • BG
    Abreviatura de background. Do inglês, fundo ou segundo plano. No áudio é utilizado para descrever o som em segundo plano e no vídeo é a imagem ou cenário de fundo.
  • BIT
    Contração de binary digit. Menor unidade digital.
  • BITRATE
    É a quantidade de bitis usada na compressão do vídeo por unidade de tempo. Normalmente é dado em bits por segundo. O bitrate é o ponto essencial em qualquer vídeo digital, teoricamente quanto maior o bitrate melhor a qualidade, mas também maior o arquivo.
  • BLANKING
    Período em que o feixe de elétrons (beam) volta à esquerda do quadro para traçar uma nova linha.
  • BLUE BOX
    Ver em Chroma-Key.
  • BREAK
    Parada de um programa para a introdução de chamadas comerciais ou institucionais.
  • BRILHANTE
    Em áudio, é um termo subjetivo para descrever uma gravação que tem muita energia audível de alta freqüência.
  • BRILHO (SOM)
    Recurso no estágio do pré-amplificador, que permite aumentar ou diminuir a intensidade das freqüências agudas. Normalmente isto de dá a partir de 10.000Hz.
  • BROADCAST
    ou BROADCASTING - Radiodifusão ou tele-transmissão.
  • BROWSER
    Software utilizado para navegação na WWW. Permite visualizar os textos, gráficos e sons de uma página da Internet.
  • BUFFER
    Espaço alocado em Random Access Memory (RAM) onde os dados são armazenados temporariamente até ser transferido para outra parte do sistema.
  • BURN-IN
    Imagem fantasma.
  • BURST
    Sinal utilizado para sincronizar as informações de cor do emissor com o receptor da imagem.
  • BYTE
    Conjunto de bits.
  • CABEÇA DE CÂMERA
    É o chassi da câmera contendo componentes eletrônicos, CCD e prisma, excluindo-se a lente, o viewfinder e acessórios.
  • CABEÇA DE VT
    Dispositivo que grava magneticamente os sinais na fita de videoteipe.
  • CABO COAXIAL
    Cabo que possui um condutor periférico, e outro interno ao seu eixo axial, daí o nome. O condutor periférico pode ser na forma espiral ou trançada (esta última é melhor). O cabo coaxial promove blindagem magnética. É utilizado em sinais de baixo nível, como interligação de aparelhos de som modulares (cabo RCA 50 ohms) e ligação de antena de televisão (cabo de antena 75 ohms).
  • CABO ÓTICO
    Ver em Fibra Ótica.
  • CAMADA DUPLA (DUAL LAYER)
    Técnica de gravação em DVD que elimina a necessidade de utilização dos dois lados do disco para filmes longos. Quando o feixe de laser chega ao final da primeira camada, automaticamente foca a segunda camada e continua tocando, dando um tempo adicional quase ininterrupto que pode exceder a quatro horas.
  • CAMCORDER
    Contração das palavras em inglês: camera e recorder. Câmera e gravador de vídeo em um só módulo.
  • CÂMERA ESCURA
    Caixa escura e lacrada que possui um orifício por onde passam raios de luz, que projetam imagens externas invertidas na parede interna oposta ao furo.
  • CAMERA HEAD
    Ver em Cabeça de Câmera.
  • CÂMERA LENTA
    Recurso do videocasete de reproduzir a fita em velocidade mais baixa, permitindo a visualização da cena passo a passo.
  • CAMPO
    Ver em Field.
  • CAPÍTULO (CHAPTER)
    Divisões de um DVD ou laserdisc, similar às faixas de um CD. No DVD, os capítulos geralmente são subdivididos em cenas que podem ser acessadas diretamente.
  • CASSETE
    Fita magnética compactada em cartucho.
  • CATV
    Abreviatura de Cable Television, televisão que hoje chamamos de tevê a cabo.
  • CCD
    Abreviatura de Charge Coupled Device, dispositivo constituído de um chip de silício que contém células fotossensíveis, que são capazes de registrar a luz. Sistema substituto dos tubos convencionais.
  • CCU
    Abreviatura de Camera Control Unit (Unidade de Controle de Câmera), aparelho interligado com a câmera destinado a ajustar níveis de vídeo, pedestal, cor, abertura de íris, beam, convergência, shading e outros, dependendo de modelos e tipos de câmeras.
  • CD
    Abreviatura de Compact Disc, disco digital por leitura de raio laser.
  • CD INTERATIVO (CD-I)
    Sistema lançado pela Philips, semelhante ao CD-ROM, que trabalha autônomo, sem a necessidade do computador. Reproduz tanto CDs de música como de imagem, mas não teve muito sucesso comercial e hoje está restrito a aplicações comerciais e/ou educacionais.
  • CD-R
    Abreviatura de Compact Disc Record, disco digital gravável.
  • CD-ROM
    Sistema de leitura de CD em computadores, para jogos e diversos tipos de software.
  • CD-RW
    Abreviatura de Compact Disc Rewritable, disco digital regravável.
  • CHIP
    Circuito integrado miniaturizado.
  • CHROMA-KEY
    Efeito que consiste em insertar uma imagem sobre outra, através da supressão de uma cor padrão, como por exemplo o azul.
  • CINESCÓPIO
    Termo técnico utilizado para denominar o tubo de imagem dos televisores comuns.
  • CIRCUITO ANALÓGICO
    Circuito eletrônico que trabalha com os sinais no estado natural (analógico), como rádio, TV, etc.
  • CIRCUITO DIGITAL
    Trabalha os sinais no estado digital, em linguagens digitais (zero e huns, que caracteriza a liguagem básica de computadores, chamada de liguagem binária). Presente nos computadores, CDs, LDs, DVDs, processadores digitais, etc.
  • CIRCUITO HÍBRIDO
    Utiliza duas ou mais tecnologias em um aparelho. Ex.: CD (utiliza circuito analógico e digital). Existem equipamentos híbridos, que utilizam transistores e válvulas.
  • CLIP
    Imagem rápida, de curta duração.
  • CLIPPING
    Operação automática realizada por equipamentos de vídeo, retém os altos níveis de luminosidade.
  • CLOSED CAPTION
    Função criada para os deficientes auditivos, nos EUA é obrigatória por lei para TVs com tela igual ou maior que 13". Discos com essa função são dentificados com o respectivo logotipo.
  • CODEC
    COder/DECoder. Um codec é um pedaço de software que permite compactar algo, usualmente áudio ou vídeo , em um formato específico e pode decodificar um programa codificado nesse mesmo formato. Codecs populares : MPEG1, MPEG2, MPEG-4, Indeo, etc. AVI, ASF, etc não são codecs, mas sim formatos, que podem ser compactados usando diferentes codecs.
  • COLOR BARS
    Ou CB, padrão de barras coloridas, de formato internacional, que serve para projetar circuitos eletrônicos de vídeo, para regular amplificadores de vídeo e para re-calibrar monitores, câmeras etc. As barras coloridas, em preto e branco, dão uma reprodução tonal dos cinzas em escala crescente, começando pelo cinza mais claro, da cor amarela, passando pelas cores cian, verde, magenta, vermelha e azul (a mais escura), ladeadas por uma barra branca a 75% na extrema esquerda e uma barra preta na extrema direita.
  • COLOR CORRECTOR
    Aparelho destinado a corrigir distorções cromáticas da imagem.
  • COLOR FRAME
    Circuito eletrônico que permite o sincronismo das cores na edição.
  • COLORAÇÃO
    Em áudio, indica os níveis de distorção audíveis.
  • COMB FILTER
    Pode ser traduzido como "filtro de rastreamento". É um circuito que separa sinais de crominância e de luminância, para atenuar as interferências. Em muitos aparelhos, é implementado digitalmente.
  • COMET TAIL
    Ver em Rabo de Cometa.
  • COMPONENT
    Tipo de conector cada vez mais usado em DVDs e alguns modelos de TV. Separa o sinal de vídeo em três, numa evolução de conector S.
  • COMPRESSÃO DE SINAL
    Termo utilizado para descrever os métodos de redução de dados nos sinais de vídeo digital. Essa tecnologia permite trabalhar em sistemas de transmissão de baixa capacidade. É o que torna possível armazenar grande quantidade de dados em pequenos discos e transmiti-los através de cabos e sistemas via satélite que oferecem centenas de canais.
  • COMPUTAÇÃO GRÁFICA
    Imagem sintetizada por computador que possui forma e movimento calculados automaticamente pelo computador.
  • CONECTOR AV
    Conjunto de três tomadas do tipo fêmea (RCA), existentes nos receivers e processadores de home theater. Geralmente são nas cores branco, vermelho e amarelo, respectivamente áudio esquerdo, áudio direito e vídeo composto.
  • CONECTOR BNC
    Tipo de conector com trava utilizado em equipamentos profissionais de Áudio/Vídeo, que assegura maior isolamento entre os múltiplos condutores.
  • CONECTOR COMPONENT
    Encontrado nos novos projetores de vídeo, destina-se ligações de DVD. Utiliza três conectores RCA, que separam cada componente do sinal e melhoram a qualidade de imagem.
  • CONECTOR DIGITAL
    Terminal existente em aparelhos mais sofisticados, geralmente receivers, amplificadores e processadores. Serve para transmissão de sinal no estado digital, ainda não decodificado para analógico (RCA).
  • CONECTOR OPTICO
    Utilizado para cabo de fibra óptica, onde o sinal é digital e emulado por luz. Normalmente, oferece maior confiabilidade.
  • CONECTOR RCA
    Tomada coaxial de duas vias, malha e positivo, utilizada para áudio e vídeo composto. O conector fêmea é utilizado nos equipamentos, e o conector macho, nos cabos.
  • CONECTOR S
    Conector de quatro vias para sinal de vídeo tipo Y/C, onde o sinal não é composto, e sim discreto: luminância (luz) e crominância (cor) estão separados. Esse sinal é muito utilizado nos videocassetes e câmeras Super-VHS, TVs e alguns modelos mais sofisticados de videolaser. Os aparelhos mais sofisticados possuem, além dos conectores A/V normais (RCA), os conectores S-VHS.
  • CONECTOR XLR (XLR CONNECTOR)
    Conector de três pinos blindado e dotado de trava, utilizado em microfones e equipamentos de áudio profissionais. Também conhecido como Cannon Connector, ou Plug Cannon.
  • CONECTOR Y/C
    Igual ao anterior.
  • CONTRA LUZ
    Luz oposta à luz principal, cuja finalidade é dar contorno a figura iluminada proporcionando a noção de volume, destacando-a do fundo, dando a sensação de profundidade entre a figura iluminada e o cenário. A posição de altura da contra luz deverá estar entre 45 graus (para não ser captada pela lente da câmera) até 60 graus (se ultrapassar esse ângulo poderá começar a iluminar a frente da figura). Essas regras podem variar conforme as necessidades.
  • CONTRASTE
    Recurso de televisores, monitores e projetores de vídeo, que atua na intensidade da cor preta, promovendo à imagem maior ou menor contraste de cores.
  • CONTROL TRACK
    Referência gravada na fita de videoteipe para que na reprodução, a cabeça do VT coincida com a posição original da gravação.
  • CONVERGÊNCIA
    Recurso de alinhamento de imagem em projetores de vídeo do tipo CRT (três tubos).
  • CONVERSOR D/A
    Circuito que faz a conversão de um sinal digital para reprodução em equipamentos analógico. DVDs e CD players normalmente possuem esse circuito embutido, mas tecnicamente o mais recomendável é instalar à parte um aparelho dedicado a essa função, o que melhora a qualidade da reprodução. Os conversores embutidos são considerados de qualidade inferior.
  • CÓPIA DE SEGURANÇA
    Ver em Back Up.
  • CRISTAL LÍQUIDO (LIQUID CRYSTAL DISPLAY - LCD)
    Tipo de tela ou display que utiliza uma substância no estado líquido/gelatinoso, com a característica de responder a baixíssimas correntes elétricas. As correntes servem para controlar e orientar partículas do líquido, permitindo a formação de caracteres e imagens. Chamada comumente de LCD, é uma tecnologia usada tanto em projetores de vídeo como em acessórios do tipo controle remoto.
  • CROMINÂNCIA (MATRIZ)
    Característica da informação de cores em vídeo, independente da intensidade da luz (luminância). É a pureza ou intensidade da cor. Objetos de cor preta, cinza e branca não têm características de crominância.
  • CRT CATHODE RAY TUBE
    Em português, tubo de raios catódicos. Sistema utilizado em televisores convencionais e projetores de três tubos.
  • CUE
    Marcação destinada ao controle de início e término de uma gravação ou de trechos em videoteipe.
  • DAC
    Sigla para conversor análogo digital.
  • DAT
    Abreviatura de Digital Audio Tape, sistema de gravação de áudio digital.
  • DBS
    Abreviatura de Direct-to-home Broadcast Satellite, sistema em que o telespectador recebe sinal, através de antena parabólica, diretamente de um satélite de comunicação.
  • DC
    Abreviatura de Direct Current (Corrente Contínua), corrente elétrica fornecida através de baterias.
  • DECIBEL ou DB
    Medida que expressa relação de potência ou tensão.
  • DECODER
    Oposto ao Encoder.
  • DECODIFICADOR
    Equipamento ou circuito capaz de decifrar determinados códigos presentes num software (fita, disco, etc.). Os códigos decifrados são separados e enviados aos seus destinos.
  • DEFINIÇÃO DE IMAGEM
    Característica que indica a qualidade dos contornos e a nitidez da imagem.
  • DELAY
    Atraso no domínio do tempo. Recurso dos equipamentos Dolby Pro-Logic, Dolby Digital e THX, refere-se ao atraso de tempo ajustável, imprimido no(s) canal(ais) traseiro(s), em relação aos canais frontais.
  • DICRÓICO
    Filtro que reflete ou refrata separadamente as cores.
  • DIGITAL
    Oposto ao analógico. Sistema que utiliza a forma binária (diz-se aquela que usa combinação dos números binários 1 e 0 alternadamente), de modo a manipular informações sem a perda de qualidade da mesma.
  • DIGITAL-S
    Sistema desenvolvido pela JVC que utiliza a tecnologia DV gravando em fita S-VHS.
  • DIGITALIZADOR
    Aparelho que permite digitalizar uma imagem.
  • DIGITALIZAR
    Transformar informação analógica em digital.
  • DIN
    Deutsche lndustrie Normen - Conjunto de normas da indústria alemã que cobre diversos setores. Trata de assuntos referentes à padronização de componentes, características técnicas de aparelhos, etc.. É o equivalente alemão da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
  • DISTORÇÃO
    Qualquer mudança não desejada na reprodução do som.
  • DOLBY
    Sistema que processa o áudio reduzindo os ruídos. Patenteado pelo Laboratório Dolby.
  • DOLBY 3CH
    Modo de decodificação Dolby Pro-Logic, em que o canal traseiro (surround) é desativado.
  • DOLBY B e C
    Sistema de redução de ruídos em gravadores cassete. Nível B é mais fraco que nível C. Deve ser utilizado durante a gravação e também durante a reprodução.
  • DOLBY DIGITAL 5.1
    Sistema de processamento também conhecido como AC-3, é hoje a tendência mundial em Home Theater, por causa do DVD. Todo os discos desse formato vêm com a codificação DD. O número 5.1 refere-se aos canais de processamento independentes: dois frontais, um central, dois traseiros e um de baixa freqüência. Mas podem existir também discos DD gravados em apenas dois canais (DD 2.0).
  • DOLBY PRO-LOGIC
    Sistema de codificação e decodificação com quatro canais: esquerdo e direito, frontais, central e um único canal traseiro de surround. O canal traseiro trabalha na faixa de 80 a 7.000 Hz, e o subwoofer trabalha a partir dos canais frontais, portanto, não representa o acréscimo de mais um canal.
  • DOLBY STEREO
    Nome do sistema Dolby Surround na sua versão para os cinemas, serve também para identificar laserdiscs e fitas VHS compatíveis com o sistema Dolby Pro-Logic.
  • DOLBY SURROUND
    Sistema desenvolvido pelos Laboratórios Dolby para o processamento sonoro dos cinemas, no início dos anos 80, e que depois ganhou sua versão doméstica. Trabalhava com três canais: esquerdo, direito e traseiro. O canal traseiro possuía atraso controlado de 5 a 30 milisegundos. O Dolby Pro-Logic é, na verdade, uma evolução do Dolby Surround (ver também o item "Surround").
  • DOLLY
    Carrinho onde é fixado o tripé de câmera para a execução de movimentos suaves em qualquer direção.
  • DROP-OUT
    Ausência de óxido (seja ele de ferro ou cromo) na fita de vídeo, ocasionando pontos brancos na imagem.
  • DSS DIGITAL SATELLITE SYSTEM
    Nome americano para o sistema DTH usado no Brasil.
  • DTS DIGITAL THEATER SYSTEM
    Sistema de codificação e docodificação digital similar ao Dolby Digital. Também possui seis canais de banda completa, porém com menor taxa de compressão de vídeo. Lançado comercialmente , está sendo paulatinamente incorporado aos sistemas Home Theater.
  • DUPLA CAMADA DUAL LAYER - RSDL
    Sigla de "reverse spiral, dual layer" (espiral reverso, dupla camada), um recurso do formato DVD que permite que duas camadas de iinformação sejam colocadas em um mesmo lado de um disco, com a camada superior sendo transparente. Quando o aparelho de DVD muda de camada, ele pode fazer uma pequena pausa, isto é chamado de mudança de camada (layer switch), e algumas são tão bem feitas que você pode nem notá-la, mas pode haver algumas mal feitas que chegam a distraí-lo por um momento. Um DVD RSDL tem uma coloração dourada, enquanto um DVD de camada simples tem um aspecto prateado. Antes de surgir o primeiro disco RSDL (Terminator 2), filmes com mais de 2 horas eram divididos em 2 lados de um DVD, isto fazia necessário que se ejetasse o disco no intervalo e que se reinserisse virando ele de lado. Nos EUA este tipo de DVD recebeu o apelido de "flipper". Muitos DVDs deste tipo ainda estão à venda, mas a sua fabricação está cada vez mais rara. A camada dupla só é possível em DVDs industrializados (pressados).
  • DUPLICADOR DE LINHAS
    Circuito que pode funcionar acoplado ou embutido em projetores de vídeo. Sua finalidade é suavizar as linhas de imagem visíveis na tela quando se usam projetores.Seu nome em inglês é line doubler (ver também "quadruplicador de linhas").
  • DV
    Abreviatura de Digital Video, sistema de gravação digital de alta definição, desenvolvido pela união das empresas Hitachi, JVC, Mitsubishi, Panasonic, Sanyo, Sharp, Sony, Thompson, Toshiba e Philips, no final de 1993.
  • DVCAM
    Sistema desenvolvido pela Sony que utiliza a tecnologia DV.
  • DVCPRO
    Sistema desenvolvido pela Panasonic que utiliza a tecnologia DV.
  • DVD (DIGITAL VIDEO DISC)
    Formato de disco do mesmo tamanho do CD, mas que permite maior armazenagem de dados. Um disco é suficiente para gravar um filme inteiro, seu making-of, comentários, clips, legendas e dublagens, com qualidade de som e imagem melhores que as do videolaser.
  • DVD+RW
    Padrão para discos DVD regraváveis, desenvolvido pelas empresas Philips, Sony e Hewlett-Packard. O DVD+RW compete e é incompatível com outros padrões (DVD-R e DVD-RW). O DVD+RW resultou de uma cisão no DVD Consortium. Em 1997, Sony, Philips e HP afastaram-se do grupo que estava ultimando o DVD-RAM e apresentaram o outro padrão. No consórcio ficaram companhias como Hitachi, Panasonic e Toshiba. Ainda não há volume substancial de vendas do DVD+RW.
  • DVD-R
    Assim como o CD-R, é um DVD que aceita uma única gravação. O resultado deve ser lido nos DVD player domésticos e nos drives de DVD-ROM. O DVD-R foi desenvolvidos pela Pioneer, e hoje são utilizados também pela Panasonic e pela Samsung.
  • DVD-RW
    Versão regravável do DVD-R.
  • ECO DE IMAGEM
    Ver em Feedback.
  • EDIÇÃO
    Montagem de áudio ou vídeo em que são decididas as ordens em que serão exibidas.
  • EDIÇÃO LINEAR
    Edição em que para a escolha das cenas, é necessário percorrer a fita.
  • EDIÇÃO NÃO-LINEAR
    Edição em que as cenas ou os trechos estão armazenados digitalmente no computador estando disponíveis imediatamente.
  • EDL
    Abreviatura de Edit Decision List, relação das edições executadas ou a executar.
  • EFP
    Abreviatura de Eletronic Field Production, termo usado para designar equipamentos destinados a realização de programas (produções) de alta qualidade.
  • EHF
    Extra High Frequency - Freqüência Extra Alta. Faixa compreendida entre 30 GHz e 300 GHz.
  • EIA
    Sigla de “Electronic Industries Association”.
  • EIXO DE CÂMERA
    Regra utilizada que determina o deslocamento de uma câmera em um ângulo de 180 graus.
  • ELEMENTO DE IMAGEM
    Ver em Pixel.
  • ENCODER
    Transformador de sinal de vídeo original (red, green e blue) em sinais de luminância e crominância.
  • ENG
    Abreviatura de Eletronic News Gathering (Captação Eletrônica de Notícias), termo usado para designar equipamentos portáteis para realizações de reportagens.
  • ENTRADA AUXILIAR AUX
    Entrada de áudio estéreo de um receiver, amplificador ou system, que pode ser utilizada para ligar um CD Player ou tape-deck. Pode servir ainda para captar o sinal de áudio do videocassete. Não serve para ligar toca-discos analógicos. A entrada auxiliar também está presente em videocassetes, utilizada para gravar sinais externos.
  • EQUALIZADOR GRÁFICO
    Equipamento eletrônico que permite o reforço ou atenuação em várias faixas de freqüências. Normalmente são encontrados nas versões de 7 e 10 faixas (ou bandas), mas existem até os de 20 e de 30 bandas, destinados mais ao uso profissional.
  • ESPECTRO DE RADIAÇÃO
    Espectro de Radiação Visível é uma faixa de radiação eletromagnética, com comprimento de onda entre 380 a 780 nm (nanômetros), ou seja, da cor ultravioleta à vermelha, passando pelo azul, verde, amarelo e roxo. As cores azul, vermelho e verde, quando somadas em quantias iguais, definem o aspecto da luz branca. Espectros contínuos ou descontínuos resultam em fonte de luz com presença de comprimentos de ondas de cores distintas. Cada fonte de luz tem, portanto, um aspecto de radiação próprio que lhe confere características e qualidades específicas.
  • ESPELHOS DICRÓICOS
    Conjunto de espelhos em forma de prisma colocado no interior da câmera de vídeo para decompor a luz.
  • ESTÉREO
    Sistema de som com dois canais, esquerdo e direito. Existem dois tipos de gravação estéreo em videocassete: linear, em que as cabeças de áudio são fixas; e hi-fi, com cabeças giratórias.
  • ESTEREOFONIA
    Stereophonic System - Sistema de gravação, reprodução, ou qualquer outro tipo de processamento do som, que utiliza dois ou mais canais.
  • ETHERNET
    Sistema de transmissão para LAN`s mais usado mundialmente. Tem capacidade máxima de 10 Mbps.
  • FANTASMA
    Imagem dupla ou múltipla provocada pela reflexão do sinal em grandes objetos.
  • FAST MOTION
    Exibição de uma cena ou imagem, com velocidade mais rápida que a original.
  • FEEDBACK
    É o efeito provocado quando a câmera é direcionada para a tela do monitor que exibe a imagem que ela capta, mostrando uma espiral infinita que se modifica conforme movimenta-se a câmera. Ver eco de imagem.
  • FF
    (FAST FORWARD) Tecla do videocassete ou tape-deck que faz avançar a fita.
  • FIBRA ÓTICA
    Cabo que conduz sinais luminosos próprio para transmissão digital.
  • FIELD
    Campo: varredura de 262,5 linhas nos sistemas PAL-M e NTSC.
  • FILTRO DE ÁUDIO
    Circuito que atua num amplificador ou processador para eliminar determinada faixa de freqüências. Os filtros subsônicos atuam na faixa abaixo de 20Hz, e os ultrasônicos, acima de 20.000 Hz.
  • FILTRO DE REDE
    Atua na rede de energia elétrica (110 ou 220 volts). Destina-se a eliminar ruídos presentes na rede, que acabam prejudicando o funcionamento de equipamentos eletrônicos sofisticados.
  • FILTRO DE VÍDEO
    Circuito de um TV, videolaser ou videocassete que elimina sinais indesejáveis à imagem.
  • FIREWIRE
    Novo padrão de conexão digital via cabo, utilizado em câmeras e vídeos digitais, que transfere sinal de áudio, vídeo e protocolo de controle. Também transfere dados para o computador em bitrates muito rápidos (acima de 500 Mbps).
  • FLASH CARD
    Cartão compacto para armazenamento de dados e imagens. O Flash Card é comumente utilizado em câmeras fotográficas digitais.
  • FLICAGEM
    É a pulsação da luz nas partes claras da imagem, dando a impressão de um "pisca-pisca" acelerado.
  • FLICKER / FLICKERING
    Cintilação da luz. Ver flicagem.
  • FM
    Frequency Modulation - Freqüência modulada. É utilizada para transmissão de sinal de áudio.
  • FONTE DE ALIMENTAÇÃO
    Circuito eletrônico que possui a função de receber a energia elétrica da rede (110 ou 220 volts) e transformá-la em subtensões necessárias ao funcionamento do equipamento, filtrando e estabilizando a tensão conforme a necessidade.
  • FONTE DE SINAL
    Nome dado a todo equipamento que lê ou gera sinal de vídeo, de áudio ou de ambos. Ex.: CD, toca-discos, videocassete, DVD, etc.
  • FORMATOS DE DISCO
    Define o tipo de disco de áudio ou de vídeo. Os mais comuns são: CD = compact disc, LD = laserdisc, DVD = digital video disc e CD-V = compact disc video.
  • FORMATOS DE FITA
    Define o tipo de fita de áudio ou de vídeo. As fitas de áudio podem ser dos tipos cassete, micro-cassete, mini-cassete, DCC (Digital Compact Cassete) e DAT (Digital Audio Tape), este utilizado em estúdios de gravação. Os formatos de vídeo são; os extintos Betamax e U-Matic, VHS o mais utilizado no mundo, Super-VHS, VHS-C, SVHS-C, V-8, Hi-8, Digital-8, DV (Digital Vídeo), Mini-DV, DVCAM, DVC-Pro e Betacam.
  • FORMATOS DE TELA
    Proporção da imagem em televisor ou projetor de vídeo. O televisor normal possui tela com formato 4:3. Já os cinemas possuem formato de tela retangular (em média, a proporção é de 16:9), o mesmo usado nos televisores wide-screen. Em inglês, o formato da tela é denominado "relação de aspecto"(aspect ratio).
  • FOTOGRAMA
    Frame - Cada um dos quadros que compõem a imagem.
  • FRAME
    Fotograma - Cada um dos quadros que compões uma imagem de vídeo.
  • FRAME STORE
    Dispositivo que armazena quadros ou frames para exibi-los posteriormente.
  • FREQÜÊNCIA
    Característica física do som, medida em ciclos por segundo (hertz). Freqüências baixas estão relacionadas com sons graves, as médias com sons médios e as freqüências altas se relacionam com os sons mais agudos.
  • FUNDO INFINITO
    Fundo de cor única em que os ângulos são ocultados.
  • FUSÃO
    Processo de mistura (mixagem) de duas fontes diferentes de vídeo. Pode ser usada a mesma expressão para mistura de áudio.
  • FUSE
    Ver em Fusível.
  • FUSÍVEL (FUSE)
    Dispositivo de proteção que interrompe a alimentação de um circuito quando a corrente de passagem ultrapassa limites preestabelecidos.
  • GATO
    Gíria para ligação ilegal de TV a cabo.
  • GB
    Sigla de gigabyte, medida de capacidade de memória igual a 1.000 megabytes.
  • GC
    Abreviatura de Gerador de Caracteres.
  • GEN LOCK
    Profissionalmente, ouve-se o verbo "genlocar". É um circuito que aceita obedecer a sinais de um mestre ou gerador de sincronismo (sync generator ou P G - pulse generator).
  • GERAÇÃO
    Indica cópia em que há perda de qualidade. A fita original designa-se por master ou matriz.
  • GERADOR GERADOR DE CARACTERES
    Equipamento que permite sobrepor caracteres a imagem de vídeo.
  • GND (GROUND)
    Ver em Terminal de Terra.
  • GRANDE ANGULAR
    Lente com a capacidade de aumentar o ângulo de visão da câmera.
  • HALO
    Se refere a uma área branca em volta de uma fonte de luz muito forte.
  • HDTV HIGH DEFINITION TV
    TV de alta definição. É como se chama o novo sistema de transmisão de televisão, que começa a ser implantado nos EUA em 98. (ainda em teste no Brasil).
  • HERTZ
    (Hz) Unidade de medida de ciclos, oscilações ou freqüências por segundo, descoberto pelo físico alemão Heinrich R. Hertz.
  • HI-8
    Formato de videoteipe em que a largura da fita é de 8mm.
  • HI-FI
    Abreviatura de High Fidelity, significa som de alta definição. Em equipamentos de videoteipe o som é gravado por cabeças giratórias iguais as de vídeo.
  • HUE
    Do inglês matiz, cores.
  • IA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
    propriedade dos equipamentos computadorizados de tomarem decisões.
  • ICONOSCÓPIO
    O mesmo que tubo de imagem.
  • IEEE
    Sigla de “Institute of Eletrical and Eletronics Engineering”.
  • ILHA DE EDIÇÃO
    Sistema que integra equipamentos de vídeo e periféricos, com finalidade de montar materiais gravados.
  • ILUMINÂNCIA
    (E) Expressa em lux (lx), indica o fluxo luminoso de uma fonte de luz que incide sobre uma superfície situada a uma certa distância desta fonte. É a relação entre intensidade luminosa e o quadrado da distância (l/d2). Na prática, é a quantidade de luz dentro de um ambiente, que pode ser medida com o auxílio de um luxímetro. Para obter conforto visual, considerando a atividade que se realiza, são necessários certos níveis de iluminância médios. Os mesmos são recomendados por normas técnicas (ABNT - NBR 5413).
  • IMAGEM ACÚSTICA
    Reprodução da sensação sonora de uma paresentação ao vivo. Ou seja, quando um sistema de som beira a perfeição diz-se que possui uma imagem acústica excelente, guardando a mesma posição dos instrumentos, sensação de largura e de profundidade da apresentação original em determinado local.
  • IMPEDÂNCIA
    A oposição ou resistência à passagem de corrente em um circuito. Impedância elétrica é a resistência equivalente da corrente alternada (AC) à resistência de corrente direta (DC). É medida em ohms. Uma caixa acústica de baixa impedância (4 ohms ou menos) vai requerer mais corrente do amplificador do que uma caixa acústica de média impedância (8 ohms).
  • IN
    Entrada.
  • INDEX
    Recurso comum nos videocassetes, em que se pode marcar o início ou final de uma cena na fita gravada.
  • INDICADOR DE NÍVEL DE ÁUDIO
    Recurso eletrônico que indica o nível de saída de áudio em aparelhos amplificados. Pode ser através de leds ou displays, também conhecidos como bargraph. Antigamente a indicação era feita com os chamados VU's, reloginhos com ponteiros indicadores.
  • INPUT
    Entrada de informações ou sinais. Oposto ao output.
  • INSERÇÃO
    Propriedade em edição de substituir ou acrescentar áudio e vídeo, juntos ou separados.
  • INSERT
    Função que permite inserir imagens ou sons numa fita já gravada (de vídeo ou de áudio).
  • INTERFACE
    Dispositivo com finalidade de conexão entre dois equipamentos que não possuem as mesmas funções.
  • INTERFERÊNCIA
    Sinais elétricos que produzem efeito indesejável na reprodução. Na transmissão de televisão, podem ser causados até por fatores externos. Em DVD, são sinais oriundos de falhas na compressão digital.
  • INTERNET
    Rede mundial de computadores, surgida nos anos 60 e popularizada nos últimos dez anos. Permite que usuários de vários tipos de computadores no mundo inteiro se comuniquem por meio de um protocolo comum.
  • INTERVALO VERTICAL
    Espaço entre os frames de um sinal de vídeo ou TV.
  • ISO
    Abreviatura de International Standard Organization, órgão internacional responsável por padrões em produtos.
  • JITTER
    Instabilidade vertical na imagem causada pela variação da fita na passagem pela cabeça de vídeo.
  • JOG/SHUTTLE
    Botão, geralmente redondo, presente em videocassetes que permite executar funções como parada de cena e câmera lenta, regulando com um leve toque a velocidade para frente ou para trás. Permite também, com o dedo encaixado no disco central, o avanço ou retrocesso da fita quadro a quadro.
  • JPEG
    de Joint Photographic Expert Group. Grupo que define padrões para vídeo digital estático.
  • KBPS
    Kilobits por segundo. Medida de velocidade de transferência de dados. Equivale a mil bps.
  • KELVIN
    Unidade de medida, em temperatura, baseada no zero absoluto, criada por Willian T. Kelvin.
  • KEY
    Recurso eletrônico que possibilita o recorte de imagem, através da escolha de uma cor, substituindo por outra.
  • KEY-COLOR
    Sistema digital com a mesma função chroma-key.
  • LÂMPADAS HALÓGENAS
    As lâmpadas halógenas são também consideradas incandescentes. Têm o mesmo princípio de funcionamento, porém foram incrementadas com a introdução dos gases halógenos que, dentro do bulbo, se combinam com as partículas de tungstênio desprendidas do filamento. Esta combinação, somada à corrente térmica dentro da lâmpada, faz com que as partículas se depositem de volta no filamento, criando assim o ciclo regenerativo do halôgenio. O resultado é uma lâmpada com vantagens adicionais, quando comparada às incandescente: luz mais branca, brilhante e uniforme durante toda vida; alta eficiência energética, ou seja, mais luz com potência menor ou igual; vida útil mais longa, variando entre 2000 e 4000 horas; dimensões menores.
  • LASER
    Abreviatura de Ligth Amplification by Stimulated Emission of Radiation. Luz concentrada em forma de feixe.
  • LASERDISC
    Disco digital que contém informações de som e imagem. Conhecido também pela sigla LD.
  • LCD
    Abreviatura para LIQUID CRYSTAL DISPLAY. Ver em Cristal Liquido.
  • LED
    Abreviatura de Light Emitting Diode. Diodo que emite luz.
  • LETTERBOX
    Tipo de gravação, geralmente em laserdisc, em que a largura da imagem é preservada como ela aparece originalmente no filme. Ao serem vistas em um televisor no formato convencional (4:3), uma tarja preta aparece na parte superior e inferior da tela (ver o item "wide-screen").
  • LF
    (LOW FREQUENCY) Freqüência Baixa. Faixa compreendida entre 3 kHz e 300 kHz.
  • LINK
    Envio de sinal de vídeo e áudio sem utilização de cabos. Ex: microondas, satélite, etc.
  • LIVE-ON-TAPE Programa gravado e apresentado sem edição.
  • LOOP
    Diz-se de algo que sua saída ou término está ligado a sua própria entrada ou início. Exibição contínua do mesmo programa.
  • LOUDNESS
    Função presente na maioria dos receivers, amplificadores integrados e systems. Serve para reforçar os graves (abaixo de 100Hz) e agudos (acima de 15Khz).
  • LUMEN
    (lm) Unidade internacional (SI) do fluxo luminoso ou quantidade de luz. Uma vela de jantar emite cerca de 12 lumens. Uma lâmpada incandescente Cristal de 60W é muito mais potente com cerca de 864 lumens.
  • LUMINÂNCIA
    Intensidade de brilho da imagem.
  • LUX
    Medida de luminosidade, equivalente ao que uma vela ilumina em uma circunferência com 1 metro de raio.
  • LUZ ATENUANTE
    Ver em Luz Secundária.
  • LUZ CHAVE
    Ver em Luz Principal.
  • LUZ DE CENÁRIO
    Luz destinada a iluminar o cenário.
  • LUZ PRINCIPAL
    Luz destinada a simular ou aumentar a intensidade de uma fonte de luz (janela, lustre etc.). A luz deve estar entre 25 a 45 graus de altura com relação a figura iluminada e frontalmente de 20 a 60 graus tanto para o lado direito quanto para o esquerdo. Essas regras podem variar conforme as necessidades.
  • LUZ SECUNDÁRIA
    Luz cuja função é diminuir o contraste da área iluminada e a sombra provocada pela luz principal sem nova sombra. A relação média do valor da secundária deverá ser de ¼ da principal. Essas regras podem variar conforme as necessidades.
  • M II
    Sistema de gravação desenvolvido pela Panasonic que utiliza fita de meia polegada com qualidade profissional.
  • MACROVISION
    Dispositivo para proteção anticópia inserido junto com o sinal de vídeo. O Macrovision é uma tecnologia proprietária utilizada principalmente por estúdios e empresas de home vídeo. Os vídeos e DVDs protegidos pelo Macrovision, causam distorção de luminância no momento da cópia.
  • MAGNETOSCÓPIO
    Ver em VTR.
  • MASTER
    Ver em Matriz.
  • MATRIX
    Processo eletrônico de codificação e decodificação de sons multicanais nos formatos digital e analógico. Numa codificação matrix, quatro canais são combinados em dois. Decodificação é a extração dos quatro canais de uma trilha codificada.
  • MATTE / MATTING
    Inserção ou mascaramento. Ver em key-color e chroma-key.
  • MBPS
    Megabits por segundo. Medida de velocidade de transferência de dados. Equivale a um milhão de bps.
  • MENU ON-SCREEN
    Recurso de televisores, receivers e videocassetes, que permite exibir informações na tela.
  • MF (MEDIUM FREQUECY)
    Freqüência Média. Faixa compreendida entre 300 kHze 3 MHz.
  • MICROFONE CAPACITOR
    Microfone de Capacitor (Condenser Microphone) - Microfone que utiliza a variação da capacitância de um capacitor, através da variação da distância entre suas placas. Uma das placas é fixa e a outra, móvel, corresponde à membrana que será vibrada pelas ondas sonoras captadas pela mesma. Necessita de uma fonte de tensão elevada para o seu funcionamento.
  • MICROFONE DIRECIONAL
    Directional Microphone - Tipo de microfone que possui a região de captação mais pronunciada em direção ao eixo longitudinal, proporcionando a rejeição de sons indesejáveis que chegam pelas laterais ou pela traseira.
  • MICROFONE ELETRETO
    Microfone de Eletreto (Electret Microphone) - É um microfone capacitivo que possui carga eletrostática permanente, dispensando o uso de fonte de tensão externa (ver microfone de capacitor).
  • MICROFONE ONIDIR
    Microfone Onidirecional (Omnidirectional Microphone) - Microfone que possui uma área de captação de 360o.
  • MÍCRON
    µm - Unidade de medida que equivale a um milionésimo de metro (10-6 m).
  • MICROONDAS
    Ondas que estão em faixas de freqüências muito altas, acima de 1 GHz.
  • MICROSYSTEM
    Equipamento de áudio portátil integrando num só gabinete CD-player, tape-deck e receiver AM/FM. As caixas acústicas são destacáveis.
  • MIDISYSTEM
    Similar ao anterior, porém maior em tamanho, embora nem sempre com mais potência. Em alguns modelos os componentes podem ser separados.
  • MINIDISC
    Disco flexível similar ao disquete de 3½" de computador, porém com 2½". O disco é gravável, com sistema optomagnético em liguagem digital.
  • MINISYSTEM
    Pouco maior que o microsystem, também integra tape-deck, CD Player e receiver AM/FM, todos numa só peça. Pode ter de 2 a 6 caixas acústicas, com ou sem processador Dolby Pro-Logic.
  • MIX
    Contração de mixagem.
  • MIXAGEM
    Processador de mistura de sons e imagens a partir de fontes diversas. Normalmente isso é feito através de m acessório chamado mixer.
  • MMDS
    Primeiro sistema de transmissão de TV por assinatura, que utilizava antena de recepção em lugar de cabo.
  • MODEM
    Dispositivo que faz a conversão das informações dos computadores em sinal de áudio e vice-versa, transmitindo dados através de rede telefônica
  • MONITOR
    Monitor de forma de onda - Osciloscópio desenhado especialmente para observar a forma da onda de um sinal de vídeo.
  • MONITOR DE ÁUDIO
    Recurso que permite a um operador ou músico ouvir determinado som que está sendo irradiado ou transmitido para outras pessoas. Em áudio existem vários tipos de caixas monitores.
  • MONITOR DE VÍDEO
    Recurso que permite visualizar vários sinais de vídeo simultâneos. Também define o televisor pequeno sem recepção de canais, específicos para monitoração de sinais de vídeo.
  • MP3
    Tecnologia que permite comprimir música em um CD com até 1/11 do tamanho original sem perda de qualidade.
  • MPEG
    Abreviatura de Moving Picture Expert Group. Grupo que define padrões para vídeo digital em movimento.
  • MPEG-1/MPEG-2 MOVING PICTURE EXPERTS GROUP
    Esquemas de codificação/decodificação de sinais digitais de vídeo nos quais a compressão é utilizada para aumentar a eficiência dos espaços disponíveis. MPEG é o sistema-padrão para transmissão digital via satélite (DSS); MPEG-2 é um avanço sobre o MPEG, utilizado para o DVD, e será padrão também para a próxima geração de transmissão digital via satélite.
  • MTS MULTICHANNEL TELEVISION SOUND
    Sistema de transmissão de televisão em estéreo utilizado no Brasil. Para poderem sintonizar os programas em estéreos, os TVs precisam ter esse decodificador. Geralmente é combinado com o sistema SAP.
  • MULTICABO
    Cabo que leva e traz as referências de imagem, áudio e corrente elétrica da câmera para o videoteipe CCU ou RCU.
  • MULTIPIP
    Recurso que permite colocar várias pequenas telas de imagem em um televisor, a partir dos sinais gerados pelas emissoras, por um videocassete ou videolaser.
  • MUST-CARRY
    Dispositivo legal que obriga as operadoras de TV por assinatura norte-americanas a transportarem o sinal dos canais abertos.
  • NAB
    Sigla de “National Association of Broadcasters”.
  • NET
    Rede em Inglês.
  • NOISE
    Ruído em Inglês. Termo usado para designar um distúrbio em sinal de áudio ou vídeo.
  • NTSC
    Abreviatura de National Television System Commitee ou como mostra em alguns glossários técnicos atuais National Television Standards Commitee, padrão de televisão em cores desenvolvido nos Estados Unidos e adotado em diversos países, possuindo definição de 525 linhas em freqüência de 60 hertz. Entrou em funcionamento nos E.U.A. em 1953.
  • OFF / LOCUÇÃO EM OFF
    Termo utilizado em televisão para definir uma locução sobre imagens.
  • OHM
    Unidade elétrica de impedância. A impedância em caixas acústicas varia com a freqüência e é usualmente expressada como uma figura nominal.
  • OUT
    Saída.
  • OUTPUT
    Saída de informações ou sinais. Oposto ao input.
  • OVERSAMPLING
    Sobre-amostragem, ou amostragem repetitiva, utilizada na leitura digital de CDs, laserdiscs e DVDs.
  • PAL
    Abreviatura de Phase Alternation Line. Padrão alemão de codificação das cores em vídeo, baseado nos princípios do NTSC. Possui definição de 625 linhas a uma freqüência de 50 Hz. Dele variam os sistemas como: PAL-M, PAL-N, PAL-G. Entrou em funcionamento na Alemanha em 1967.
  • PAL-M
    Padrão de codificação de cor adotado para as transmissões de TV no Brasil.
  • PAN & SCAN
    Técnica utilizada para transferir filmes widescreen anamórficos para o formato de vídeo normal, padrão 1.33:1 (full-screen, ou "tela cheia"). Com isso, evitam-se as barras negras do formato letterbox.
  • PAY TV
    Ver em TV por Assinatura.
  • PAY-PER-VIEW
    Sistema disponível em TV por assinatura, pelo qual pode-se escolher determinado programa (filme, show, evento esportivo, etc.) pagando uma taxa adicional. São programas codificados, não disponíveis para os demais assinantes.
  • PCM PULSE CODE MODULATION
    Forma de gravação digital binária que representa um sinal de áudio como uma série de impulsos elétricos ou amostras digitais. O sinal AC-3 pode ser transmitido pelos conectores PCM (digital) ou RF (analógico).
  • PEDESTAL
    Nível de vídeo referente ao preto na imagem.
  • PICTURE ELEMENT
    Ver em Pixel.
  • PIP PICTURE IN PICTURE
    Uma tela dentro de outra. Sistema que permite a aparição de uma pequena tela, sobre a tela normal do TV, que sintoniza outro canal ou o videocassete ou videolaser.
  • PIRATA
    Emissora de rádio ou televisão ilegal.
  • PITCH
    Controle de velocidade existente em toca-discos e CDs profissionais utilizados por DJ's.
  • PIXEL
    Abreviatura de Picture Element. Menor ponto da tela de vídeo. Na tevê, as cores são constituídas basicamente pelo vermelho, verde e azul (RGB). Maior quantidade de pixels indica melhor definição de imagem.
  • PLAY
    Tecla de reprodução em aparelhos de áudio e vídeo.
  • PLAY BACK
    Reprodução da gravação em fita magnética. Também usado para definir dublagem do intérprete sobre músicas pré-gravadas.
  • POP PICTURE-OUT-OF-PICTURE
    Variação do PIP, é o recurso que permite dividir a tela do TV em duas.
  • POWER SUPPLY
    Fonte de alimentação em Inglês.
  • PRESET
    Ajuste fixo das cores da câmera (ajuste padrão).
  • PRISMA
    Ver em Espelhos Dicróicos.
  • PROCESSADOR DIGITAL DE SOM
    Circuito eletrônico que atua com pré-equalização e delay, ou efeito de eco, procurando simular determinado ambiente, como bar, ginásio coberto, igreja, etc. Esses processamentos recebem nomes variados conforme o fabricante: hall, church, dance, stadium, etc.
  • PROJETOR DE VÍDEO
    Equipamento que recebe um sinal de vídeo (composto, S-VHS ou RGB) e projeta a imagem em uma tela de projeção, normalmente de 40" a 300". Os mais comuns são os dos tipos CRT (3 tubos) e LCD (cristal líquido).
  • PROTOCOLO
    Conjunto de regras que determinam um método de comunicação de dados.
  • QUADRO
    Ver em Frame.
  • QUADRO-A-QUADRO
    Modo de reprodução de videocassete, onde a imagem é reproduzida cena por cena.
  • QUADRUPLEX
    Formato pioneiro do videoteipe que utilizava fitas com duas polegadas de largura, enroladas em carretéis abertos.
  • QUADRUPLICADOR DE LINHAS
    Circuito que funciona de forma semelhante ao duplicador de linhas, só que com maior capacidade. Em geral, é acoplado ao projetor de vídeo para suavizar ou eliminar as linhas da imagem. Seu nome em inglês é “line quadrupler” ou “quadraliner”.
  • QUALIDADE BROADCASTING
    Qualidade profissional.
  • RABO DE COMETA
    Rastro deixado pela luminosidade intensa quando a câmera em movimento passa por ela.
  • RAIOS CATÓDICOS
    Eletrodo negativo (catodo) de onde partem feixes de elétrons que se dirigem aos íons positivos.
  • RCU
    Abreviatura de Remote Control Unit (Unidade de Controle Remoto), aparelho interligado com a câmera destinado a ajustar níveis de vídeo, pedestal, cor, abertura de íris e outros, dependendo dos modelos e tipos de câmera.
  • REC
    Abreviatura de Record, função de gravação em aparelho de áudio e vídeo.
  • RECORD
    Ver em Rec.
  • REDE
    Conjunto de emissoras que transmitem a mesma programação de uma emissora geradora.
  • REDUÇÃO DA IMAGEM
    Compressão da imagem.
  • REDUÇÃO DE ÁUDIO
    Recurso eletrônico que permite melhorar a qualidade das gravações de áudio.
  • RELAÇÃO SINAL/RUÍDO
    Valor que quantifica a gama dinâmica do som, em relação ao ruído de fundo do sinal. Expresso na unidade dB, quanto maior o número, diz-se melhor a relação sinal/ruído.
  • REPLAY
    Repetição da reprodução de algo gravado.
  • RESOLUÇÃO
    Em vídeo, é o refinamento do detalhe que pode ser distingüido em uma imagem. Em áudio, é a qualidade de uma gravação em que se percebem pequenos detalhes em sons muito complexos. A boa resolução acentua a reprodução de intervalos silenciosos entre os sons, auxilia o ouvinte a distingüi-los e a seguir as linhas melódicas de vozes individuais ou instrumentos.
  • RESOLUÇÃO HORIZONTAL
    Quantidade de linhas de um sinal de vídeo, que ajuda a quantificar a definação da imagem. Teoricamente, quanto maior o número de linhas melhor a qualidade da imagem. Cada fonte tem uma quantidade de linhas específica. Exemplos: videocassete VHS 290; transmissão de TV 320; DVD 450; e assim por diante.
  • RESPOSTA DE FREQÜÊNCIA
    Valor mínimo e máximo que um equipamento de som consegue reproduzir, segundo determinada variação de freqüência. É expressa em hertz, indicando a menor e maior freqüência reproduzida. Deve estar sempre acompanhada da variação característica do equipamento, expressa em decibéis. Ex.: 35 a 20.000 Hz, +/- 3dB.
  • RETROPROJETOR
    Aparelho de projeção em que o conjunto de tubos fica atrás da tela. O nome normalmente é dado aos televisores de grande porte (tela de 40" a 80"), também chamados "TVs de projeção" ou "TVs retro".
  • REVERBERAÇÃO
    Principal propriedade físico-acústica. Significa o ato das ondas sonoras refletirem nas superfícies e retornarem praticamente com a mesma energia, resultando numa sobreposição de vários sons ao mesmo tempo. O excesso de reverberação torna os som ruim e prejudica a inteligibilidade.
  • REVIEW
    Rever, tecla utilizada para rebobinar a fita em aparelhos de áudio e vídeo.
  • REW
    Abreviatura de Review.
  • REWIND
    Função de retrocesso de fita ou disco, pode ser feita na forma visual ou não.
  • RF RÁDIO-FREQÜÊNCIA
    Nome genérico dado aos sinais de rádio e de TV. O sinal de áudio pode ser estéreo ou mono, e o sinal de vídeo pode conter ainda a informação de legendas ocultas (closed caption).
  • RGB
    Abreviatura de red, green e blue (vermelho, verde e azul); sistema de codificação das cores em vídeo.
  • RMS
    Sistema de medição de potência mais utilizado no mundo. Utiliza para o teste um sinal padrão conhecido como "ruído rosa". Para caixas acústicas e alto-falantes, o teste é de 2 horas; para amplificadores, no mínimo 30 minutos. Pode ser considerado como potência constante.
  • RUÍDO
    Tecnicamente, é o nome dado a interferências que prejudiquem a compreensão do som. Mas é usado também em ralação à imagem, indicando interferências visíveis na tela.
  • RUÍDO DE IMAGEM
    Granulação irregular da imagem. O nível de ruído varia dependendo da qualidade do TV, da fonte de reprodução e do material original.
  • S-VHS
    Abreviatura de Super-VHS.
  • SAÍDA DE ÁUDIO VARIÁVEL
    Saída não amplificada (PRE-OUT) de um TV, também com conector RCA. Serve para conexão a um receiver, processador ou amplificador integrado, sem controle remoto. O nível de volume é controlado pelos comandos do TV. Inibe o som do TV.
  • SAÍDA DE ÁUDIO FIXA
    Saída não amplificada (PRE-OUT) de um TV, que utiliza conector RCA. Serve para ser conectada a um receiver AV ou num amplificador integrado. Dá-se o nome de fixa porque o nível de volume não é controlado pelos comandos do TV.
  • SAÍDA DIGITAL
    Todos os aparelhos de reprodução digital, assim como o DVD, possuem esse tipo de conector. Serve para passar o sinal a um gravador, processador ou conversor digital. Pode ser óptico ou coaxial.
  • SAÍDA MONITOR
    Terminal existente nos receivers AV, para conexão do TV, via sinal de vídeo composto. Diz-se monitor por receber o sinal de vídeo de outro aparelho, e somente enviá-lo ao monitor de TV.
  • SAÍDAS PRÉ-AMPLIFICADAS
    Terminais normalmente existentes em receivers sofisticados e processadores, que devem ser conectados aos respectivos amplificadores (saídas frontais, central, traseira e subwoofer).
  • SAP (SECOND AUDIO PROGRAM)
    Segundo programa de áudio, é a função presente em televisores e videocassetes que seleciona o som original de um programa transmitido em duas versões (dublados e legendado).
  • SCAN
    Ver em Varredura.
  • SEARCH
    Ação de procurar determinado trecho em fitas ou discos.
  • SECAM
    Abreviatura de Séquentielle Couleur à Mémoire, padrão francês de codificação das cores em vídeo. Padrão diferenciado do NTSC e PAL, possui 819 linhas de definição (na França, 625 linhas) a uma freqüência de 50 Hz.
  • SENSIBILIDADE
    Uma das características principais das caixas acústicas. Indica o nível de pressão sonora em decibéis, medindo com 1 watt a 1 metro de distância. Quanto maior o valor da sensibilidade, maior o rendimento da caixa acústica.
  • SENSITIVIDADE
    A medida do nível de pressurização sonora produzida a um metro por uma voltagem de 2,83 Volts (equivalente à potência de entrada de 4 Watt, quando a carga é de 8 ohms). Normalmente expressada como dB/1w/1m. Um número médio, hoje, seria 89dB/1w/1m. Um aumento de 3dB na sensitividade seria o equivalente a dobrar a potência do amplificador.
  • SET
    Sigla de “Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão”.
  • SHARPNESS
    Recurso que aumenta ou diminui a nitidez da imagem num TV.
  • SHF
    Abreviatura de Super High Frequency, freqüências entre 3GHz e 30GHz.
  • SIMULADOR DE SURROUND
    Circuito existente em alguns televisores, videocassetes e systems estéreo, que dá a sensação de algum atraso de tempo. O sistema trabalha com 2 canais; esquerdo e direito frontais, divide a potência principal, enviando-a para as caixas traseiras com o som atrasado e cerca de 20% da potência dos canais frontais. Existem também simuladores mais sofisticados, que trabalham apenas com as duas caixas frontais.
  • SINAL
    Corrente elétrica que transporta as informações de vídeo e de áudio.
  • SINAL ANALÓGICO
    Qualquer sinal originalmente produzido por equipamento não-digital de gravação, mesmo que o produto acabado possa ser um disco digital de áudio ou um sinal de vídeo comprimido digitalmente.
  • SINCRONIZAÇÃO
    Exata coincidência entre a imagem e o áudio.
  • SINTONIA
    Ajuste do receptor ou do televisor para a captação de uma freqüência ou um canal.
  • SINTONIZADOR
    Circuito ou equipamento cuja função é captar os sinais de emissoras de rádio ou TV. Normalmente vem embutido em televisores, videocassetes e receivers, mas também pode ser adquirido à parte (no caso do sintonizador AM/FM). Pode ser analógico ou digital. O mesmo que tuner.
  • SISTEMA DE COR
    Padrão de transmissão de vídeo. Televisores e videocassetes possuem circuito que identificam o sistema em que a emissora está transmitindo, ou o sistema em que a fita foi gravada, com o padrão de cor utilizado. Ex.: PAL-M (sistema brasileiro) e NTSC (sistema americano). O Brasil é um dos poucos países que trabalha com dois sistemas, transmissão em PAL-M e locação de fitas em NTSC. Na Europa, os sistemas são diferentes, incompatíveis com o brasileiro.
  • SISTEMA OPERACIONAL
    Software que determina o funcionamento de um equipamento computadorizado.
  • SLOW MOTION
    Reprodução de uma imagem gravada em velocidade lenta.
  • SMART CARD
    Cartão compacto para armazenamento de dados e imagens. O Smart Card é comumente utilizado em câmeras fotográficas digitais.
  • SMPTE
    Sigla de “Society of Motion Picture and Television Engineers”.
  • STAND-BY
    Esperar. Expressão utilizada para designar: a) situação em que o equipamento está a espera de ser utilizado, b) situação que o equipamento semelhante está pronto para ser utilizado se por ventura houver defeito neste outro.
  • STEADICAM
    Espécie de colete com braço hidráulico para operador, que suporta a câmera promovendo imagens estáveis mesmo quando ele anda, corre ou se movimenta em várias direções.
  • STEREO
    Ver em Estéreo.
  • STILL STORE
    Mesmo que Frame Store.
  • STILL VIDEO SYSTEM
    Sistema que exibe frames em seqüência.
  • STORYBOARD
    Estudo de planos a serem gravados encima de um texto.
  • STREAMING
    Streaming Media - Tecnologia que disponibiliza em tempo real (real time) distribuindo sob demanda (video on demand) áudio, vídeo e multimídia na internet. É a transmissão simultânea de mídias digitais (vídeo, voz e dados) a medida que esta é recebida em rede e em tempo real. Streamed dados são transmitidos por um servidor e recebidos e disponibilizados ao usuário em tempo-real por aplicativos. Estes aplicativos podem iniciar imagens de vídeo ou tocar áudio assim que os dados tenham sido recebidos e armazenados em um buffer (confira este termo). Um arquivo streamed é simultaneamente baixado e assistido, mas não deixa armazenado um arquivo no computador do usuário; isso implica que o arquivo só possa ser assistido quando o usuário estiver conectado em rede.
  • SUBTITLES
    Legendas do filme: a maioria dos DVDs já lançados vêm com legendas em três idiomas (inglês, francês e espanhol), mas no futuro poderão existir discos com até oito idiomas de legenda, pois o formato possui essa capacidade.
  • SUBWOOFER
    Alto-falante ou caixa acústica destinada a responder freqüência sonoras extremamente baixas (menos de 150 Hz). Existem vários tipos, como Band Pass, Selado, Refletoras de Grave, etc. Existem também modelos com amplificador incorporado, chamados de subwoofer ativos.
  • SUPER-VHS
    Formato de vídeo semi-profissional, presente em videocassetes e filmadoras. Trabalha com um tipo de sinal de vídeo onde luminância e crominância estão em forma discreta, ou seja, separados. Os aparelhos desse tipo utilizam conectores do tipo "S".
  • SUPER-WOOFER
    Sistema de reforço de graves, trabalha numa faixa de freqüência abaixo do woofer e acima do subwoofer. É utilizado em systems e minisystems.
  • SURROUND
    Em inglês, rodear, circundar, envolver. É o sistema de som que envolve o espectador, criando uma ambiência sonora que o coloca no centro da cena.
  • SWITCHER
    Mesa de corte que seleciona imagem de várias fontes de vídeo, sejam elas de câmeras, VTs, telecine etc.
  • SYNC
    Abreviatura de synchronize, controle do sincronismo vertical e horizontal das linhas de varredura.
  • TBC
    Abreviatura de Time Base Correct, equipamento digital que compensa falhas de imagem.
  • TELA
    Nome genérico dado às superfícies usadas para projeção de imagens. Tecnicamente, é um quadro branco ou refletivo, utilizado para projeção frontal ou traseira. Existem as telas fixas, as bobináveis com acionamento manual ou elétrico e ainda as telas bobináveis tencionadas na direção horizontal.
  • TELA PLANA
    Nome utilizado para definir os cinescópios de última geração, que possuem pouca curvatura e fisicamente tendem a um plano perfeito. Somente os televisores de retroprojeção e os sistemas que utilizam projetores de vídeo possuem telas totalmente planas.
  • TELÃO
    Tela de grande dimensão que permite a projeção da imagem eletrônica.
  • TELECINAGEM
    Processo de transferência de filmes (35mm, 16mm, 8mm, Super-8, slides) para vídeo.
  • TELECINE
    Aparelho utilizado para a reprodução de filmes (película) para vídeo.
  • TELEPROMPTER
    Dispositivo que projeta na frente da câmera o texto lido pelo apresentador de um programa de tevê.
  • TELEVISÃO
    Tele: longe, distante; visão: ver. Palavra que significa ver a distância. Utilizada pela primeira vez em 1900 quando da transmissão de fotografia através da fototelegrafia. A invenção está diretamente ligada a descoberta do selênio por volta de 1817, pelo qual foi possível a confecção das células fotoelétricas. A televisão teve a sua primeira concepção em 1884 pelo alemão Paul Nipkow que inventou um sistema de exploração mecânico da imagem. Em 1928, o russo Wladimir K. Zworykin inventou o iconoscópio, possibilitando assim um sistema de exploração eletrônica da imagem.
  • TELEVISÃO INTERATIVA
    Televisão em que o telespectador pode interagir, desde o envio de mensagens até compra de produtos e serviços.
  • TEMPERATURA DE COR
    Temperatura de Cor é a grandeza que expressa a aparência de cor da luz, sendo sua unidade o Kelvin (K). Quanto mais alta a temperatura de cor, mais branca é a cor da luz. A luz quente é que tem aparência de cor amarelada e a temperatura de cor baixa: menor que 3000 K. A luz fria, ao contrário, tem aparência azul - violeta, com temperatura de cor elevada: 6000 K ou mais. A luz branca natural é aquela emitida pelo sol em céu aberto ao meio dia, cuja temperatura de cor é 5800 K.
  • TEMPO DE REVERBERAÇÃO
    Medida utilizada para a quantificação da reverberação de um recinto fechado. Tecnicamente, é o tempo que o som em um ambiente demora para decrescer em 60 dB, a partir do instante em que a fonte é cessada.
  • TERMINAL DE TERRA GND, Ground - Borne, geralmente situado no painel traseiro dos equipamentos de áudio, para sua ligação à terra, a fim de evitar zumbidos e realimentações, assim como prevenir o risco de choques elétricos.
  • THX
    As iniciais significam Tomlinson Holman Experience. Tomlinson Holman é o nome do especialista contratado por George Lucas para desenvolver alguma melhoria no sistema Dolby Pro-Logic, na década de 80. Surgiu então o THX 4.0, que acabou criando também uma certificação de qualidade para vários equipamentos. Mais tarde, veio o THX 5.1, que funciona a partir do sistema Dolby Digital. Os equipamentos que trazem a sigla THX obedecem às normas técnicas fixadas pela Lucasfilm.O equipamento precisa alcançar uma performance mínima antes de obter uma licença THX. Decodificadores THX domésticos tem um circuito Dolby Pro-Logic® em seu coração, mas derivam pra seis canais de saída: esquerda, direita, centro e dois efeitos de surround mais um canal subwoofer. As caixas acústicas de surround têm que ser de um tipo especial, e localizadas em linha com os ouvintes, mas acima de suas cabeças.
  • TIMER
    Recurso de vários equipamentos, que permite ligá-los ou desligá-los em horários pré-estabelecidos. Exerce, por exemplo, a função sleep, que programa o equipamento para desligar após determinado período de tempo. Também, em videocassetes, é função que prepara o videocassete para executar uma programação de gravação.
  • TOP
    Contagem regressiva antes do início de um programa que vai ser transmitido em rede.
  • TRANSCODER
    Mesmo que transcodificador.
  • TRANSCODIFICADOR
    Equipamento utilizado para conversão de sistemas de cor.
  • TRANSFERÊNCIA
    Processo de transformação do filme em película de cinema para o formato de vídeo (disco ou fita). É a etapa mais importante, tanto em termos de áudio quanto de vídeo: erros e imprecisões nessa etapa jamais serão recuperados.
  • TSS (TOTAL SURROUND SYSTEM)
    Sistema de processamento para salas de cinema, atualmente em desenvolvimento nos EUA, pelo qual, grupos de falantes são espalhados em posições estratégicas da sala, aumentando o envolvimento do espectador.
  • TUBO DE IMAGEM
    O mesmo que cinescópio.
  • TUNER
    O mesmo que sintonizador.
  • TV A CABO
    Sistema de transmissão de televisão que substitui o tradicional sistema de antenas. Utiliza cabos semelhantes aos telefônicos para fazer chegar o sinal às residências, a partir de uma central operadora. Sua maior vantagem é eliminar as interferências naturais na transmissão pelo ar. É hoje o sistema-padrão nas emissoras de TV paga.
  • TV COMBINADO
    Equipamento que reúne televisor e videocassete, ou televisor e reprodutor de DVD. Também conhecido como TV-Combo.
  • TV DE PROJEÇÃO
    O mesmo que retroprojetor.
  • U-MATIC
    Formato de videocassete que emprega fitas de ¾ polegadas, de uso profissional. Sistema já ultrapassado.
  • UHF (ULTRA HIGH FREQUENCY)
    Faixa de transmissão em freqüência ultra-alta, está relacionada aos canais 14 a 24 (ver também o item "VHF").
  • UPGRADE
    Termo em inglês que define a atualização de um sistema ou equipamento.
  • UPLINK
    Subida do sinal para o satélite.
  • VARREDURA
    Produção e distribuição de imagem eletrônica através de feixes de elétrons. Ver beam.
  • VCD
    Vídeo CD, formato de gravação de áudio e vídeo em CD, que pode ser reproduzido em computadores e em muitos DVD players. A reprodução do VCD no computador exige algum software player, existem softwares players na maioria dos sistemas operacionais. Não requer um computador rápido mas a imagem é como uma fita VHS (352*240 NTSC ou 352*288-PAL). O vídeo é MPEG1 de 1150kbit/s e o áudio é MPEG1 layer 2 de 224kbit/s.
  • VCR PLUS
    Sistema de codificação em transmissões de TV, onde cada filme possui um código que, ativado pelo videocassete, permite sua gravação automática. O sistema se propõe a facilitar ao usuário a programação das gravações.
  • VELOCIDADE DE GRAVAÇÃO
    Recurso normal nos videocassetes VHS. Pode-se selecionar três tipos de velocidades: SP (Standard Play), gravação com duração de 2 horas; LP (Long Play), gravação em 4 horas; e SLP (Super Long Play), gravação em 6 horas. A velocidade SP, mais rápida, é padrão nas gravações em todo o mundo, porque permite melhor qualidade de som e imagem. Esse recurso também existe em algumas câmeras de vídeo e em gravadores de DVD de mesa.
  • VHF (VERY HIGH FREQUENCY)
    Faixa de transmissão de televisão em alta freqüência, canais de 2 a 13.
  • VHS (VIDEO HOME SYSTEM)
    Formato padrão de videocassetes domésticos, lançado no início da década de 1980, é o formato de vídeo mais popular do mundo.
  • VÍDEO
    É a parte do sinal que carrega as informações visuais.
  • VÍDEO COMPOSTO
    Denominação técnica do sinal de vídeo, em que as informações de luz (luminância) e cor (crominância) estão misturadas num mesmo cabo ou conector.
  • VIDEOLASER
    Nome popular do aparelho reprodutor de laserdiscs ou LD.
  • VIEWFINDER
    Monitor de imagem acoplado à câmera de vídeo.
  • VINHETA
    Abertura e passagens de programa de curta duração.
  • VOLTS
    Unidade que mede a tensão de energia elétrica. No Brasil, utilizam-se basicamente as tensões de 110 e 220 volts.
  • VTR
    Abreviatura de Video Tape Record, gravador/reprodutor de vídeo.
  • titulo
    descrição
  • WATT
    Unidade de potência. Um grau mais alto não significa mais alto ou melhor, pois ele depende da sensitividade e da faixa dinâmica do alto falante.
  • WHITE BALANCE
    Balanço de branco ou ajuste de branco. Esse dispositivo permite ajustar a câmera de vídeo às condições de luz do ambiente (halógena, fluorescente, luz natural, etc.).
  • WIDE-SCREEN
    Nome técnico da tela larga, de formato retangular, similar à proporção do cinema (16:9). Nos EUA, algumas transmissões de televisões já são feitas nesse formato. No Brasil, pode-se encontrar laserdiscs e DVDs gravados nesse formato.
  • titulo
    descrição
  • ZOOM
    Lente de aproximação de imagem. Recurso de aproximação de imagem.
  • ZOOM IN
    Termo usado para o fechamento do plano geral para o particular (close-up).
  • ZUMBIDO (HUM)
    Interferência causada pela rede C.A. e de freqüência Igual a 50 ou 60 Hz ou suas harmônicas.